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Licenciado em Artes Plásticas-Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de
Lisboa em 1979. Mestre em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa
em 1987. Doutorado em Belas-Artes Pintura na Faculdade de Belas Artes da
Universidade de Lisboa em 2006.
Expõe regularmente desde 1979, participando em 1981 na LIS’81-2ª Bienal de
Desenho, e em 1986 na III Exposição da Fundação Calouste Gulbenkian entre
muitas outras exposições colectivas.
Está representado em muitas colecções públicas e privadas.
Desde os anos 80 que tem participado em projectos de intervenção social,
cultural e artística:
A Barca – cooperativa de dinamização cultural:
uma associação de artistas plásticos.
O restauro de uma fragata do Tejo:
um projecto de dinamização cultural e artístico das duas margens.
Casa de Santa Bárbara de Nexe:
um espaço entre Faro e Lisboa designado para produção e a divulgação
artística.
The Centre of the world is here:
um projecto
artístico faseado que se iniciou em 2007 com uma primeira parte.
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Cascais, Cidadela, «Pintura» (2008).
Galeria Verney, Oeiras, «Perguntas e outras pinturas»
(2007).
Galeria Municipal de Albufeira, «The centre of the world is here,
part one» 2007.
Galeria do Ministério das Finanças, em Lisboa,
«DORA IVA RITA & ILÍDIO SALTEIRO, modern painting since
1953, pintura 2006» (2006).
CSBN Casa de Santa Barbara de Nexe, contemporary art,
em Faro, «Pintura
Pintura» (2006).
Palácio dos Aciprestes,
«Pintura», Fundação Marquês de Pombal, Oeiras, (2005).
Complexo Cultural da Quinta da Raposa, Mafra,
«Pintura e Desenho 1998-2005»
(2005).
CSBN Casa de Santa Barbara de Nexe, contemporary art,
«Retábulos – Natividade, Percursos e Deposição», instalação vídeo
de nove fotografias digitais em loop, sobre a integração da arte no espaço
de culto cristão (2005).
Galeria do Ministério das Finanças, Lisboa (2003).
Galeria Domus Varius, Lisboa
(2003).
Galeria ARC 16, Faro (2003).
Casa das Artes, Tavira (2002).
Convento de Nossa Senhora
da Conceição dos Cardais, Lisboa (2002).
Galeria Gymnásio, Lisboa (1998).
Galeria da Óptica do Conde Redondo, Lisboa
(1994).
Ala Sul do Mosteiro de
Alcobaça, Alcobaça (1993).
Galeria da Câmara Municipal da Amadora (1992).
Galeria Casa do Bocage, Setúbal
(1992).
Galeria Altamira, Lisboa (1991).
Galeria Altamira, Lisboa (1989).
Galeria 102 CCO, Lisboa (1988).
Galeria Escada,
Lisboa (1987).
Galeria Altamira, Lisboa (1987).
Alcobaça (1986).
Mosteiro de Alcobaça (1985).
Galeria Altamira, Lisboa (1985).
Galeria Átrium da Imprensa, Lisboa, (1985).
Galeria da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (1979).
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CASCAIS, CIDADELA
Pintura
com o apoio de
www.artzine.com
6 a 30 de Dezembro de
2008
A
pintura de Ilídio Salteiro reporta-se essencialmente às relações entre o
elemento figural e o espaço plástico. Uma nova problemática – a do
quadro múltiplo – veio entretanto sobrepor-se, em virtude da sua
investigação para o doutoramento, entretanto concluído com êxito, sobre
o retábulo na história e na arte religiosa actual. Na presente
exposição, que reúne obras de 2008, encontramos obras que relevam desses
dois grandes universos de pesquisa. Em primeiro lugar, uma significativa
série de treze composições que encenam diversificados elementos
objectuais em espaços de cor algo normalizados nos tons adoptados mas
vibrantes nas evidentes marcas da execução. Fortemente geometrizados
embora por vezes de grande fluidez, a raiar a organicidade, os
elementos, que exploram dialécticas referidas a contentores e a
elementos de construção (metaforizando, de algum modo, o binómio
feminino/masculino), definem-se como figuras de um discurso polifónico
que se desenrola numa continuidade espacial apenas interrompida pela
descontinuidade dos suportes. idênticos e formando uma unidade
desmultiplicada. Se esta série/composição se apresenta como uma espécie
de político desdobrado, já as restantes se assumem claramente como
evocações explícitas do quadro múltiplo, ora definindo as fiadas
ortogonais numa composição figurativa de que se ausentou a acção ou a
narrativa, tão típicas de pretéritas máquinas retabulares, ora
desconstruindo esse modelo numa solução centralizada em espiral, de
referente muito mais abstracto e até gestual.
Fernando António Baptista Pereira,
Parede, Novembro de 2008
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